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Filhos de Baco

Após dois meses de recesso a Sociedade dos Filhos de Baco* volta a sua atuação, "voltaremos a nos encontrar e prosseguir com nossas discussões agradabilíssimas sobre literatura, arte, cinema e saraus." Como de costume, os encontros têm temas definidos. O primeiro momento é caracterizado pela exposicão do tema e debate, e no segundo momento o sarau. Todo o encontro é regado a vinho, a bebida é trazida pelos participantes.

*BACO, em grego (Bákkhe)  significa "estar em transe, ser tomado de um delírio sagrado". É o deus do vinho, da ebriedade, dos excessos e da natureza.

A sociedade dos Filhos de Baco é caracterizada por um grupo de pessoas, que a cada encontro aumenta em número, que se encontram para recitar poesias, discutir disversos assuntos ligado as artes literárias e visuais, escrever, dar gargalhadas, chorar, cantar. E sempre acompanhados pelo bom e velho companheiro dos poetas, o Vinho!

"Ao Deus Pã da natureza, aquele que a antigüidade chamou Baco o filho das coxas de um deus e do amor de uma mulher, e que nós  o chamamos pelo seu melhor nome — o vinho!..."
(AZEVEDO, Àlvares. Noite na Taverna)

O próximo encontro dos Filhos de Baco será na próxima sexta-feira, dia 16 de julho, às 17h no no corredor do setor II na UFRN. Neste encontro será discutido o movimento artístico concretista POEMA PROCESSO (1967).
Contato: 9154-9792/filhosdebaco@yahoo.com

POEMA/PROCESSO DE LAÉRCIO BEZERRA
(de Natal), quando residia no Rio,
em 1967.

Não, não éramos livres.
O governo militar, subordinado aos interesses
políticos e econômicos dos States,
ditava suas normas autoritárias
em nome da "democracia" e do Tio Sam.

Mais um exemplo da relação do nosso movimento
com a agitação política dos anos 60:
o poema/processo, a rigor, nasceu sob o signo da politicidade.
No lugar de Max Bense, privilegiávamos Louis Althusser.
Líamos Foucault, Marx, Engels e Lênin - e não Peirce.
Admirávamos os cinemas de Godard,
Buñuel, Eisenstein, Vertov e Glauber Rocha
- e não os filmes de Hollywood (com algumas raras exceções).
A História e a Antropologia nos diziam mais do que a Sociologia.
O Poema e a Nova Arte nos diziam mais do que a Poesia.
Preocupávamos em atingir os poetas da América Latina
e do interior do Brasil, e não os poetas da Suiça,
da Inglaterra, do Japão ou da Alemanha.

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