quinta-feira, 1 de março de 2012

UFRN e MARCCO realizam debate sobre corrupção nesta quinta-feira


O Movimento Articulado de Combate à Corrupção do Rio Grande do Norte (MARCCO/RN), em parceria com o Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), realiza nesta quinta-feira, 1º de março, o debate “Razões da ineficácia dos processos de corrupção”. 

O evento acontece a partir das 19h, no auditório do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ciências Sociais Aplicadas (NEPSA) e contará com a participação de representantes da Controladoria Geral da União (CGU), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Superintendência da Polícia Federal (SPF), Ministério Público do Estado (MPRN), Ministério Público Federal (MPF), entre outras entidades. 

De acordo com os organizadores, o debate faz parte da série “Colóquios sobre a Corrupção” e visa aprofundar a discussão sobre corrupção, conscientizando a sociedade sobre a gravidade e os malefícios dessa prática no país, buscando o resgate da moralidade e da honestidade como valores essenciais na construção e consolidação do Estado Democrático.

A UFRN é uma das instituições parceiras do MARCCO, que também promove diálogo contínuo com instituições governamentais, entidades, empresas e a sociedade civil, buscando a implementação de uma Política Pública de Prevenção à Corrupção. 

O debate desta quinta-feira no NEPSA será aberto ao público em geral. Também não será necessário realizar inscrição para poder participar. 

Sobre o MARCCO
O Movimento Articulado de Combate à Corrupção é uma realização conjunta entre entidades públicas e privadas e pessoas físicas, unidas mediante termo de compromisso de cooperação, firmado em dezembro de 2007, com a missão de propiciar o debate sobre a corrupção, seus efeitos e mecanismos de controle de forma contínua, democrática e propositiva na sociedade.

A iniciativa tem também como objetivo cooperar para a implementação de uma Política Pública de Prevenção à Corrupção no Rio Grande do Norte, com base no diálogo contínuo entre instituições governamentais, entidades civis, empresas e cidadãos.